Dinâmicas de uma Família Narcisista – Jogando com as cartas sorteadas

(NÃO RECOMENDÁVEL PARA MENORES DE 18 ANOS)
Adorei esse texto, no mínimo um texto de utilidade pública.
Como filha de pais separados, parece que esse texto me tocou em uma ferida profunda. Me ajudou a compreender uma ferida e sei que irá me ajudar a cicatrizar um mal que não deve ser passado adiante. Hoje reconheço o avanço que tive com ajuda de terapia cognitiva-comportamental desde que ouve o divórcio de meus pais.
Me vi em alguns pontos do texto e sei que MUITOS ao meu redor também podem se identificar. Principalmente porque as gerações mais velhas não tinham tanto acesso à informação antigamente e as práticas utilizadas não eram reconhecidas como erradas.
Tradução do texto original deste site: https://afternarcissisticabuse.wordpress.com
“Se prevenir é uma ótima ferramenta para os sobreviventes.”
Quando você cresce entre pais narcisitas, há algumas realidades que não existem em lares não-narcizistas. Essas realidades são nossos pontos de cura, nossos próprios problemas, que como adultos, nós reconhecemos que requerem cicatrização para que possamos ir em frente e ter relacionamentos adultos saudáveis.

Parentificação (casar com os pais)

O pai/mãe narcisista, incapaz de suprir as necessidades dos filhos porque possui conflitos com si mesmo, se torna o recipiente de toda a atenção da criança. Os pais então invertem o jogo e exigem que a criança seja o sacrificado, doador de carinho. Observando em modo de prevenção, é fácil ver esse comportamento errado, mas como pequenas, crianças emotivas, o comportamento modelado tem um impacto em processos que teremos que reverter quando formos pais mais tarde na vida.

O que isso causa é nos formar para ser cuidadosos, os responsáveis, os que consertam, a cola que une os narcisistas juntos. Nos forma para DAR amor cuidadoso para um narcisita, sem reclamar ou fazer um tempestade em copo d’água quando não recebemos nada em troca. Porque estamos tão acostumados a ter este tratamento dos narcisistas enquanto jovens, que não resistimos muito quando recebemos esse tipo de afeto quando somos adultos.

Fronteiras não-existentes

Narcisistas NÃO possuem habilidades de respeitar fronteiras. Eles violentam qualquer fronteira. Atravessam fronteiras mentais para te dizer o que está em SUA cabeça ou qual é sua motivação, atravessando fronteiras físicas de nos pegar ou abraçar quando não queremos, pegando o que é nosso sem autorização, atravessando nossas fronteiras emocionais para discutir sobre o que sentimos, porque sentimos e “se” deveriamos sentir, quando apenas nós é que podemos saber isso. Revelando segredos que nós pedimos para guardar, falando sobre você como se você não estivesse na sala, lendo seu diário sem permissão, espionando conversas privadas, usando suas roupas sem pedir permissão, triangulando e falando com outros na família pelas suas costas, são exemplos de violações de fronteiras e é uma lista enorme para ser escrita. Se você se sente cansado em ler todas as maneiras que um narcisista agride as fronteiras das crianças, imagine VIVER ISTO.

Filhos de narcisistas se tornam adultos acostumados a terem suas fronteiras rebaixadas frequentemente, tanto que eles se sentem “familiares” / “em casa”. Adultos narcisistas ao procurar a “vítima” perfeita, sentem e percebem esse traço enraizado e automaticamente sabem que não haverá limites em explorar o alvo. Eles irão arrebentar ainda mais os limites, bem naturalmente e perceber que podem “se safar” com o comportamento agressivo.

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Se tornando agulhas

Quando se encontram sem esperanças, seres humanos irão abrir mão de um futuro que se assemelha ao que estão vivendo. O mesmo olé, olé de sempre, a manutenção do “status quo” (leia-se integridade) é exatamente o que acontece enquanto a criança cresce num ambiente narcisista. O “narciso” nunca muda. A criança aprende que seus próprios desejos e necessidades são tão inferiores, se não completamente não-existentes quando comparados às necessidades do “narciso”. De que adianta se suas necessidades nunca são aceitas? Então a criança adota a condição de responsabilidade sobre as necessidades do “narciso”, não de suas próprias. Nós abrimos mão de nós mesmos para o altruísmo/desinteresse do outro.

É um resultado de ambos, tanto da parentificação da criança bem como a simples incapacidade do narcisista em pensar em alguém além de si mesmos. Embora um narcisista seja bom em mostrar claramente para os outros o quão bons pais eles são, as crianças são os benfeitores desta verdade torcida:

“Narcisistas não dão valor para seus filhos, independente das suas habilidades de atuação SUPERIOR.”

Nós aprendemos que nós não importamos. Não é que nós não sejamos dignos desta atenção às nossas necessidades ou carinho e compreensão, mas essa é a nossa visão. Nós personalizamos isso. Nós realmente achamos que é porque nós não valemos nada. Se torna nosso conceito de nós mesmos. Nós vamos em frente doando e amando o narcisista, tentando agradá-lo, ou provar que estamos dando / cuidando tanto que o “narciso” irá finalmente nos reconhecer “dignos” e nos dar alguma forma de rascunhos de carinho que nunca chegam.

Isso nos forma como o perfeito “tapete” adulto. Sem ter direito a querer nada, uma criança agora adulta irá se sentir confortável quando o parceiro impor que suas necessidades sejam absolutas no “relacionamento”. Vocês nos ensinaram a não esperar nada em troca. Nos ensinaram que um 100 / 0 num relacionamento familiar é “normal”. Não é NADA normal, mas quando você está acostumado a ter alguém passando por cima de você para ter todas as coisas boas, você simplesmente fica de lado, quando deveria na verdade falar para eles PARAREM.

Pedindo desculpas por sua existência:

É um estado triste de afeição quando a criança sente a necessidade de afirmar o direito de ter nascido, ou ainda ter uma infância inteira caminhando para PROVAR que eles são dignos de amor, mas essa é a realidade em uma dinâmica de famílias narcisistas. As coisas que os “narcisos” dizem para as crianças quando possuídos por ira, sem a presença de testemunhas vai além de apavorante.  Eu me lembro de ter pensamentos no ensino fundamental sobre ser tão grata que o aborto não era legalizado nos anos 60. Não é que alguém que estivesse na 5a série realmente se importasse com assuntos tão nobres, é só que a pessoa de quem eu dependia e mais amava, minha mãe, me disse várias vezes que eu era muito sortuda que o aborto não era legal, porque eu não estaria viva. Observando essa realidade de uma maneira preventiva, me permite sentir o remorso e empatia por mim mesma que eu precisava. O que a minha criança interna passou, foi incomensurável.

Quando você constantemente sente que está sendo tratado como incoveniente ou uma interrupção do perfeito abastecimento da vida dos pais narcisistas, você aprende que o melhor a fazer nesse regime é ficar de lado e deixar o “narciso” ter toda a luz do espetáculo.

Não, uma casa NÃO é um palco para peças ou melodramas para pessoas normais, mas para uma familia narcisista, a cadeira principal na mesa, aquele que “ganha” ou protege, o cachorro grande das nossas vidas… é o narcisista e TODOS SABEM DISSO. Nós todos estamos lá apenas para preencher o espaço no espetáculo dele. Nós iremos nos comportar de acordo com o que o “narciso” tenha decidido que é o nosso personagem e NÃO iremos nos desviar disto, ao menos que queiramos despertar a IRA do “narciso”.

Vamos parar um pouco e prestar atenção ao tópico “ira narcisista”. Muitas pessoas que não vivem numa casa narcisista, não tem nenhuma pista de que o “narciso” seja tão duas caras. Eles vêm a imagem “carinhosa”, “doadora” bla bla que o narcisista apresenta a estranhos e nunca podem descobrir que o mesmo “narciso” tenha uma tirania terrível em casa.

Ira narcisista não é sempre o evento típico de boca grande. É muito mais cruel que isso. Ira narcisista é muito suave e insidiosa. Eles preferem punir as pessoas RETENDO E SE RECUSANDO A DAR o que eles sabem que aquelas pessoas precisam deles. Um pai narcisista será sutilmente agressivo mostrando a criança, que eles podem se desconectar emocionalmente da criança como se ela não existisse. Eles não irão aparecer, serem pontuais, ou dar total atenção às coisas que são importante às crianças. Eles irão desaparecer emocionalmente até que e a criança implore por atenção caindo fora, ou se impondo.

Quando as crianças que aprenderam a não querer balançar o barco por “crescer”, eles não irão questionar ou se impor ante a comportamentos que os fazem se sentir invalidados por outros. Traição será tolerada, invalidação passará “despercebida”, o comportamento narcisista não será questionado.

 
Como narcisistas não possuem empatia, como nós podemos relaxar como crianças e SENTIR que alguma outra pessoa realmente se importa com as pequenas coisas que fazemos? Quando perdemos um cachorro, ou somos chateados na escola, se nossos pais não são capazes de sentir o que nós sentimos em resposta a estes eventos, nós iremos nos sentir completamente desconectados da intimidade. Quando nós estamos tão felizes sobre aquele garoto ou garota que retribuiu nossa atenção na escola, irá doer muito quando nossos pais não conseguirem desconectar da vida social ou de parar de bater fotos para nos ouvir realmente. 
 
Dói ter sentimentos sobre o comportamento de nosso pais que sabemos que não serão compreendidos. Que nós sabemos no nosso íntimo, que essa pessoa, nossos pais, não se importam o bastante para realmente nos ouvir é muito desconectante e nos torna isolados. Nós começamos a perceber que nós APENAS teremos a completa atenção do narcisista quando for conveniente a eles. 
 
Falta de empatia ataca no próprio sentimento de ser amado e ser cuidado, que é impossível sentir o amor de seus pais se eles não tem empatia. O narcisista irá argumentar que “ele realmente se importa” sobre as pessoas ao redor, mas essas pessoas ao redor sabem que o narcisista só se importa quando lhe convém, e que, no mínimo este não é um genuíno amor.  
 
A chave para nos tornarmos pais melhores nesta área é reconhecer essa desordem pelo que ela é e não se fechar nessa incapacidade de amar e assumir essa parte narcisista como um defeito nosso que nos faz indignos de ser amados.
 
Problemas em desenvolver uma identidade
Assim como o próprio narcisista, os objetos alvos que cresceram sob um regime narcisista não tem a chance de explorar quem realmente são. Até o momento em que não estamos mais sob a influência abusiva da fronteira narcisista que nos diz: “quem você realmente é”. O que o “narciso” diz sobre nós é distorcido de qualquer maneira. Nós sabemos que atravéz da projeção, o narcisista usa os traços odiados nele próprio naqueles mais próximos a eles. Então quando somos chamados de EGOÍSTAS, nada mais é do que o narcisista nos acusando do que eles se sentem culpados neles mesmos.
Mas você pode ver, como criança, com tamanha impressionável identidade, sendo dito por várias vezes algo que você não é, irá fazer você acreditar nisso – sendo verdade ou não.
Quando eu era criança eu fui chamada várias vezes pela minha mãe narcisista, de “egoísta”. Na verdade fui acusada com tanta frequencia que as vezes eu me perguntava se meu nome não era “vadiazinha egoísta”. O que isso fez comigo, foi me dizer que aquilo era negativo, e que eu jamais deveria ser tão ruim. Eu considerava meu próprio interesse em cada interação social com qualquer pessoa, e ainda faço. Eu não quero machucar os outros. Eu tenho empatia com o quanto é doido ser egoisticamente excluído pelo grande ego cego de alguém.
Eu não aprendi que existe um certo nível de egoísmo que não faz mal a ninguém, essa é uma parte normal do auto-cuidado e não é nada ruim. Eu sentia que era meu dever NUNCA ser egoísta com os outros. O resultado? Eu não sabia dizer NÃO para os outros e nunca questionei o que isso fez comigo mesma. Na verdade eu mal pensava em mim e estava continuamente frustrada porque eu dava com generosidade mas raramente ganhava o mesmo em retorno. Eu aprendi que não era o MEU TRABALHO cuidar de mim mesma, mas que, através de apenas me doando generosamente um dia eu seria amada.
Se você não tem permissão para ser quem você realmente é, eu acho que esta é a raiz do problema. Que ou causa uma desordem de identidade ou então uma personalidade forte, resiliente que sobrevive a tudo, que resurge das cinzas e prospera em sobreviver apesar de todo esse abuso.
No meu caso, eu buscava contato com vizinhos, professores, pessoas da igreja, que me permitiam ser quem eu era. Minha força de caráter me incentivou a ampliar o meu “quadro de círculos de referências” ou meu “ciclo de feedback” para abranger aqueles que também viviam na realidade. Minha habilidade em dizer a verdade, apesar da terrível consequencia do “narciso” que não sabia ouvir minhas verdades, me tornou o bode-expiatório da família – minha habilidade de chamar uma espada de espada, permitiu a minha verdadeira identidade e autenticidade de sobreviver.
É meu pensamento que essa característica resiliente que existe em mim, existe em todos os sobreviventes que encontraram seu caminho até aqui nesta página, falando as verdades sobre os abusos, querendo ser honestos, e aceitando as responsabilidades sobre as coisas em nós mesmos que possuem culpa nesses abusos e nos permite prevenir isso de algum dia acontecer novamente. Assim como nossa vontade de estar lá pelo outro que está machucando os machucados que nós machucamos e procurando a mesma forma de viver pacífica que nós procuramos.
Como você pode ver em retrospecto, as lições que aprendemos crescendo num lar narcisista são lições que nós precisamos DESAPRENDER agora que somos adultos para que não continuemos a escolher parceiros que irão repetir o abuso de nossas infâncias. Também temos a responsabilidade de proteger nossas crianças destes comportamentos e fazer todo o possível para modelar regras de paternidade SAUDÁVEIS, fronteiras, limites, necessidades, empatia de amor incondicional e aceitação de quem nossas crianças realmente são.
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Por que as pessoas gritam?

A paciência é conquistada através de muita prática. Em cada situação que te deixaria com raiva, existe uma oportunidade para você praticar e ensinar a ter paciência. No mínimo fará bem para a sua própria alma.

A oportunidade para o bem

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Viver “no exterior” não é uma questão de território, mas sim de estilo de vida. O que acontece é que quem sai uma vez do país, é forçado a entrar nesse modo. Mas você pode entrar no mesmo estilo de vida, sem sair do lugar.

Abrir a mente. Experimentar o diferente é uma habilidade. Além disso, a muito custo sempre exercitei a habilidade de ver o lado bom das coisas. Principalmente porque neste “modo” de vida, você vai ser obrigado a encarar vários desafios. Não é fácil, mas sempre há um lado bom. E imagine que um dia você esteja rodeado por coisas boas em todas as esferas de sua vida? Trabalho, família, amigos, conquistas e saúde?

Tudo já está ótimo. E só melhora.

Sou agradecida aos problemas que enfrentei, pois sei o quanto eles me tornaram a pessoa que sou hoje.

Toda a habilidade, requer prática. É um trabalho árduo e custa muitas decepções, e as vezes desgastes contra você mesmo. Mas por fim, quando você pára para refletir e percebe tudo de bom que construiu ao seu redor, o aprendizado que cada passo fora da sua zona de conforto lhe proporcionou, vê que vale a pena. Sair da zona de conforto, todo dia, alarga nossos horizontes. E aqui não se trata de uma questão territorial, mas ir além em pequenos atos do cotidiano. Trocar o espresso pelo capuccino. A coca pelo chá. O ônibus pela caminhada. Uma coisa hoje, e outra amanhã. E no final de uma semana, verá como construiu! Como seus dias passaram mais devagar e como pôde aproveitar mais. Faça algo por você (ou por alguém que ama) hoje, que o seu “eu” de amanhã poderá olhar pra trás e agradecer pela sua iniciativa. Isso é sair da zona de conforto, olhar além. Criar uma gota de bondade, e acreditar que a onda vai aumentar e fará um bem ainda maior a outra pessoa.

AMO um trecho do livro “Rules for a Knight” de Ethan Hawke que me remonta os meus tempos de escoteira quando era pequena. No livro, segundo um lendário cavaleiro, existe uma batalha terrível entre dois lobos. Um lobo é mau, ele tem ódio, é invejoso, triste, rancoroso, mesquinho, arrogante, sente pena de si, culpa, ressentimento, inferioridade, é mentiroso, tem falso orgulho, superioridade e ego. O outro é bom, ele é alegre, pacífico, amoroso, esperançoso, sereno, humilde, bondoso, benevolente, simpático, generoso, verdadeiro, apaixonado e cheio de fé. Os dois lutam pela sobrevivência, mas apenas um poderá vencer. A mesma batalha acontece dentro de nós. E sabe que lobo irá vencer essa batalha?

Aquele que você alimenta.

Por um dia, se cale a tudo que te impulsionar a agir com raiva, desprezo, frustração. Ignore. Mate de fome o lobo ruim, e se alimente das coisas boas que estão em cada situação ao seu redor.Até mesmo na própria situação ruim, sempre há um lado bom. Se alimente disso.

Ainda estou aprendendo a alimentar o lobo bom todos os dias. E o mais difícil, fechar a boca do faminto e esquelético lobo ruim. Acreditem, quanto mais faminto você deixar ele, mais alto ele vai uivar quando tiver a chance. Alimentar o lobo bom, todo dia, treina-lo e deixa-lo bem gordo. E ajudar aqueles ao meu redor a fazer o mesmo. Quando alguém oferece isca para o meu lobo ruim, custa muito sair da zona de conforto e ter a atitude oposta. Mas todas as vezes que saí feliz de qualquer evento, às custas de muito treinamento, o lobo do bem pulou mais alto para comer a isca.

Cercada por uma sociedade oportunista, fica ainda mais desafiador manter a ética e a moral e conquistar uma vida feliz. Quando o seu lobo da alegria está feliz e bem alimentado, pode desencadear a arrogância e inveja em pessoas ao redor. O desafio aqui de cada dia é não deixar as pessoas tóxicas drenarem a energia da vida feliz que você construiu com tanto empenho. Carpe diem.

Hong Kong – The Peak, parada obrigatória

A visita mais impressionante que eu fiz a Hong Kong foi sem dúvidas conhecer o The Peak, também conhecido por Victoria’s Peak. Quando você vier a Hong Kong, inclua esse ponto turístico no seu primeiro dia de visita (ou o primeiro dia em que o tempo estiver bonito).

Localizado na ilha de Hong Kong, é o seu ponto mais alto. A vista lá do topo é de tirar o fôlego. O Cenário é fantástico e de onde você pode ver muita natureza, em meio à tanta tecnologia e arranha-céus. Em um dia ensolarado você consegue ver toda península de Hong Kong até os novos territórios. E de noite a paisagem se tranforma pelas luzes da cidade colorindo o horizonte.

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(Crédito: Divulgação)

Lá em cima, faça a caminhada na Circle Walk, uma pista de 3.5km ao redor do The Peak onde se encontram os melhores mirantes. Você pode optar por fazer uma volta mais curta, ou até mesmo faze-la de trás para frente. O importante é tentar passar por diversos pontos, conforme seus limites físicos. *Leve sempre uma garrafa de água com você. No verão Hong Kong pode se tornar extremamente quente, e você não vai querer ter uma ensolação em seu passeio, não é?

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Depois da caminhada, você pode parar para tomar um café na The Peak Tower. Entrando no edifício, vire a direita e ande até o final, até encontrar um café, com a mais  privilegiada vista. Se você der sorte, conseguirá um lugar para se sentar bem em frente à janela. Essa experiência é indescritível, você precisa conferir.

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Você pode subir o The Peak de ônibus. Mas dificilmente você irá optar por desce-lo de ônibus, pois você pode fazer a viagem também de trem. Ele está presente nesse cenário há 120 anos, e lhe proporcionará cenários incríveis. Na base da montanha, você vai encontrar um museu onde poderá descobrir mais curiosidades sobre o simpático trem.

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Na estação de ônibus em Exchange Square pegue o ônibus 15 que leva ao The Peak
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Trem ou Tram, que leva ao topo do The Peak

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Leve uma garrafa de água com você durante todo o trajeto, o Sol em Hong Kong pode ser cruel! Vá com calçados confortáveis e se você estiver visitando o The Peak no verão, pode aderir à moda chinesa de usar lencinhos umedecidos para limpar a pele e deixá-la fresca sob o ar quente deste lugar!

• Dica:

Minha sugestão é de iniciar e passeio pegando o ônibus 15 na estação de ônibus na Exchange Square (próximo à estação de metrô MTR Hong Kong Station, saída D). Dessa maneira você vai conhecendo a cidade até chegar no seu destino.

Você pode encontrar mais informações aqui:

http://www.discoverhongkong.com/eng/see-do/highlight-attractions/top-10/the-peak.jsp

If you can not do great things, do small things in a great way

I started this post with a quote from Napoleon Hill, and I confess I have heard this quote the first time when I was still at university.

“If you can not do great things, do small things in a great way” – Napoleon Hill

By that time, at the end of Uni I wanted so much to do something great. And I guess everyone had that felling once. Either a project, a top grade, a compliment from mentors. But just do something bigger, different than others. When you are under your mentor’s guidance that seams quite easy to ask for orientation. And even out of the Uni, on your private life, it seams like no mater where you go, you are always doing the right thing…

But after a few accomplishments, you are left alone with your certificate – or not – in this brave new world you have just discovered. And it might really be an outstanding world specially at the beginning. But after a few years, you need to remember to stay sharp. Keep learning. Keep achieving your goals. Keep thinking out of the box.

This post in fact is just to share with you the way I found out how to keep searching for contents of my interest and the best way (for me) to return something to community.

Here are two links that made my life feel much more worthy (well, we all go through difficult phases where we need to feel better with ourselves to realize how worthy we are to have the life we live). It certainly gave me a better feeling of fulfillment after I accomplished these goals.

There it goes:

alison.com – a platform that shares many options of courses and even grants certificates from the world’s best universities. FOR FREE.

unv.org – United Nations Volunteer, a platform that allows you to join forces with the United Nations and help to spread peace around the globe. You can choose to collaborate online for a long or short term. Be a volunteer.

The key is that regardless of getting a certification, you don’t need to prove to the world how much you have improved, but the world (or the way you see it) will show you how much you have changed. Do not place limits to yourself, because nobody around you is doing so!

It is so easy to complain that things are not going the way you have planned in your life. But I found out that little changes can really turn into a great result. Don’t attach yourself to the bigger picture, just keep doing the small things on the way of improvement and one day you might realize that they were the great things.

The tips above are such small things, but I bet you will feel more personally fulfilled if you achieve some goals offered by these tools. Or any other… Mindset to improve little by little. Everyday.

To complete, here are some other mindsetting thoughts that I like ♥

Images by pinterest.com

If you like this post, please remember to follow 😉

See ya

Lessons from 2015

[Veja o post em português]

A retrospective of my year to share with you a little bit of this emotional roller coaster that my expat life has became.

2015, a year of spiritual reencounter, personal discovery and love.

A year that has began in a spectacular way, with a short vacation escape to Indonesia. I found out the sweetness of Donkey Donuts (I saw this brand for the first time in Indonesia – yes, forgive me, shame on me, I did not know it before). After an intense year of work, there was nothing more fair than run away from this hustle and bustle, to enjoy the peace and the unique landscapes of a region so full of natural beauty.

Recharge the batteries, and praise to God for all the good things: every friendship, every battle won. In such places I always find peace and the presence of such a positive energy, that goes much beyond our knowledge.

Back to the busy routine, to feel once again the cold weather of Frankfurt and Peking touching my skin. Yes, the year of 2015 brought me so much self discovery that I started to value (even more) each sensation, each moment that this life provides us. From a calm sunset by the seashore in Indonesia, enjoying a drink, to the feeling of having my fingers freezing while walking in the center of Frankfurt, at nightfall, under a drizzle that insists in freeze also my ears… (my nose, I could not feel it anymore)

Another world’s wonder, the Great Wall of China. Together with my Chinese colleagues, I could discover this monument and understand why they call it a “world wonder”. Something I can not put into words, a greatness that is indescribable. Even nowadays people ask me about how was to be at the Great Wall and I only know how to reply with that “poker face”…

After the hustle in Shanghai, I had the pleasure to feel the very hot weather in another 2 different countries in Asia that I haven’t been before, Vietnam and United Arab Emirates. I got to know amazing people in Ho Chi Minh city, Vietnam and realized that despite the problems faced by the country, they have a very happy population, just like Brazil does.

At Dubai, United Arab Emirates, I was at the Burj Khalifa “At the top” (at the top of the world). The highest outdoor observation deck in the world! A tower with more than 828 meters high. From the top of that tower I could realize how big are the little details in our life, and simply wished that the world down there would be filled with love.

 

 

2015,

a year to review many of my concepts. The obligation to refrain from alcohol. A year where I found an incredible resilience. After a first semester emotionally troubled, I conquered an even stronger psychological.

To formalize the second language by conquering the international english certification. And deepen my studies to reach the third language (the HSK3 mandarin certification is a goal for 2016). The persistent battle to keep health for mind and body (and spirit) among so many desires, wishes and responsabilities.

 

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In this last semester, I dedicated myself to return a portion of all the learning I had so far. For so I signed up for the UN volunteer program, where I was picked to help with translation for Issue Papers from UN Habitat III. I could collaborate with 2 Issue Papers about Housing and Transport and Mobility. There were a few sleepless nights, and all the vacant time (specially that hours spent travelling) were dedicated to this project. At the 45 minutes of the second half (28/12/2015) I received the feedback from the institution with regards for my contribution for “enhanced capacity of communities to identify local development priorities and ways to address them“. Can you imagine how happy I am?

2015 also had my frustrating attempt to write a book. After meeting so many amazing people in this journey, (some new friends that just arrive to stay) appeared the desire of putting the heroes I met in real life (and the villains) back to the books. But I realized that for this story to become really good, I needed to meet some other heroes in real life… So the story staid in stand by.

Some struggles, just to show me how much pride does not lead anyone to anything. I opened my eyes for so many bad things surrounding this world and how people get intoxicated trying to get rid from an evil. Sometimes they end up even worst than the bad thing itself. I put into action what my mentors have taught me during this journey, by fighting bad with goodness, and I do not regret anything that I have done during this year of 2015. I entered 2015 full of good things, and I feel that all the good things I have shared, (or some critics that I ignored) if they were not enough to make another happy, at least they did an extremely good repair to my soul.

To complete, in the middle of this turbulence, I met someone so special. I found my heart in a manner that I would have never imagined I would someday… Far from the cliches, I fell in love for a person who lives a life in an even faster pace than I do… What puzzled me, and at the same time disarmed me. A lesson. Suddenly, it was all or nothing. It was a kind of love that needs to be given 100%, every day. Suddenly I went on a state of alert about the brevity of our lives, and that I can not risk to spend a day without acting with 100% of love with those around me. Suddenly there were no doubts. No fears… Some priorities became so trivial. I discovered something much bigger than myself. And before I could consider whether it was love, I realized my heart was already surrendering…

A 2015 that disarmed me and prepared me with even stronger ones for 2016. And hope that the wishes of love, peace, comprehension e mainly happiness will be again present in our lives in this new year to come. Because those who learn how to cultivate happiness inside themselves, will easily find the way to the other virtues.

[Veja o post em português]

Lições de 2015

[See post in english]

Uma retrospectiva do meu ano para compartilhar com vocês um singelo percentual dessa avalanche de emoções que é a minha vida de expatriada.

2015, um ano de reencontro espiritual, descobrimento pessoal e amor.

Um ano que começou de maneira espetacular, com uma fugidinha de férias para a Indonésia. Descobri a gordice do Dunkin Donuts (vi a marca pela primeira vez na Indonésia – sim, me desculpem, eu não conhecia antes). Depois de um ano intenso de trabalho, nada mais justo que fugir do agito e correria, para curtir o marasmo e as paisagens singulares de uma região tão cheia de belezas naturais.

Recarregar as energias, e agradecer à Deus por tudo de bom, por cada amizade, cada batalha vencida. Sempre encontro em lugares assim, a paz e a presença de uma energia positiva, que vai muito além do nosso conhecimento.

De volta à rotina agitada, sentir mais uma vez o frio de Frankfurt e de Pequim batendo na pele. Sim, o ano de 2015 me trouxe tanto auto-descobrimento que passei a valorizar (ainda mais) cada sensação, cada momento que esta vida nos proporciona. Do marasmo de um pôr-do-Sol na beira da praia na Indonésia apreciando um drink, até os dedos congelando em meio a uma caminhada no centro de Frankfurt ao cair da noite, debaixo daquele chuvisco insistindo em gelar também a orelha… (o nariz já não se sente).

Mais uma maravilha do mundo, a muralha da China. Junto com os colegas chineses, pude descobrir esse monumento e entender porque chamam isso de “maravilha do mundo”. Algo inenarrável, uma imensidão indescritível. Até hoje as pessoas me perguntam sobre como é a muralha e eu só sei fazer aquela cara de paisagem…

Depois da correria em Shanghai, tive o prazer de passar calor também em dois países novos para mim na Ásia, Vietnã e Emirados Árabes Unidos. Conheci pessoas fantásticas em Ho Chi Minh, Vietnã, e descobri que apesar dos problemas enfrentados pelo país, eles tem um povo tão alegre quanto nós brasileiros.

Em Dubai, nos Emirados Árabes, estive no Burj Khalifa “At the top” (no topo to mundo). A maior plataforma de observação ao ar livre do mundo! Uma torre de mais de 828 metros de altura. Lá de cima percebi a grandeza das coisas simples de nossa vida, e simplesmente desejei que o mundo ali embaixo estivesse repleto de amor.

 

 

2015,

um ano de rever muitos dos meus conceitos. A forçada renúncia ao álcool. Um ano em que ganhei uma resiliência indescritível. Após um início de ano conturbado emocionalmente, conquistei um psicológico mais forte do que nunca.

Oficializar o segundo idioma, conquistando a certificação internacional de inglês. E me aprofundar na busca pelo terceiro idioma fluente (o diploma HSK3 em mandarim é meta para 2016). A constante batalha entre manter mente e corpo sadios em meio a tantos desejos, anseios e responsabilidades.

 

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No último semestre, me dediquei a devolver uma parte do aprendizado que tive até aqui. Foi então que me inscrevi para o programa de voluntários da ONU, aonde fui selecionada para contribuir para a tradução de documentos temáticos da UN Habitat III. Contribui para os papers sobre Habitação e Transporte e Mobilidade. Foram algumas noites em claro, e todo tempo vago (principalmente aquelas horas perdidas em viagens) foram dedicadas ao projeto. Aos 45 minutos do segundo tempo (dia 28/12/2015) recebo o feedback da instituição com agradecimentos por contribuir para “o reforço da capacidade das comunidades na identificação das prioridades de desenvolvimento local e as formas de enfrentá-los“. Pensa na minha cara de feliz!

2015 contou com uma tentativa frustrada de escrever um livro. Depois de conhecer tantas pessoas admiráveis nessa estrada, (alguns novos amigos que vieram para ficar) surgiu o desejo de colocar os heróis que conheci na vida real (e os vilões), de volta nos livros. Mas percebi que para essa história ficar boa de verdade, ainda teria que conhecer alguns heróis inspiradores na vida real… Então a história entrou em “stand by”.

Alguns sufocos, apenas para me mostrar como o orgulho não nos leva a nada. Abri os olhos para tanta coisa ruim que rodeia esse mundo e como as pessoas acabam ficando piores na busca de combater o mau. Às vezes acabam pior que o próprio mau em si. Coloquei em prática o que os meus mentores me ensinaram no decorrer dessa jornada, de combater o mau com o bem, e não me arrependo de nada que eu tenha feito neste ano de 2015. Entrei em 2015 munida de coisas boas, e sinto que todo bem que espalhei, (ou as críticas a que me calei) se não foram suficientes para fazer o bem ao próximo, ao menos fizeram um bem danado para a minha alma.

Para completar, em meio a turbulência desse ano, conheci alguém muito especial. Descobri meu coração de uma maneira que eu jamais poderia imaginar… Longe dos clichês, me apaixonei por uma pessoa que vive uma vida mais acelerada que a minha… O que me intrigou, e ao mesmo tempo me desarmou. Uma lição. De repente, era tudo ou nada. Era um amor que tem que ser entregue 100%, todos os dias. De repente, entrei em alerta para a efemeridade das nossas vidas, e que não posso correr o risco de passar um dia não tendo agido 100% com amor àqueles que estão ao meu lado. De repente não haviam dúvidas. Não haviam medos… Algumas prioridades se tornaram tão banais. Percebi uma coisa muito maior que eu mesma. E antes que eu pudesse ponderar sobre se era amor, percebi que meu coração já estava se entregando…

Um 2015 que me desarmou e me preparou com armas ainda mais fortes para 2016. E que sejam renovados os votos de que o amor, a paz, a compreensão e principalmente a felicidade estejam presentes na vida de todos neste ano que está por vir. Pois quem aprende a cultivar a felicidade dentro de si, encontra facilmente os caminhos para as outras virtudes.

[See post in english]

Novo projeto

Assim que coloquei o pé na estrada, iniciei um blog de nome Chinaposts. O intuito era de compartilhar tudo que eu vivia na China. Porém a minha experiência foi ficando cada vez mais ampla, e os conteúdos passaram a não ser mais apenas “China”.

Logo aproveitei o espaço para treinar a minha escrita em inglês, alterei o nome do blog e comecei a compartilhar conteúdo nos dois idiomas sobre temas variados. Por causa do difícil acesso aos conteúdos de servidores como blogspot ou wordpress na China e outos países, resolvi iniciar um projeto mais amplo, um blog que tivesse um maior alcance e que me permitisse compatilhar conteúdos de diversos temas. Surgiu assim o myvaranda.

Considerando todos os acessos, desde o Chinaposts, o blog já possui mais de 10.000 acessos! Isso me encoraja a continuar escrevendo e compartilhando com vocês minhas experiências e percepções, enfim, o que se passa na minha varanda…

Arquivo: brunaposts.blogspot.com

 

Por falar em propaganda…

Ruas estreitas, entupidas de banners, cartazes, outdoors, e quando a noite cai, essas se convertem em infinitas luzes, painéis piscantes, de LED, uma marca querendo aparecer por cima da outra, essa é a descrição de Hong Kong, e de muitas cidades na China. Toda vez que ando pelas ruas me pego pensando, como uma marca consegue se destacar no meio de tantas? Numa cidade com uma população tão numerosa, não é de se surpreender que ações de marketing e promoções de venda aconteçam por todos os cantos. Existem mídias muito interessantes nas ruas que dificilmente vemos no Brasil.

A verdade é que, por mais que uma marca tenha grande potencial de ser visualizada por diversas pessoas em uma cidade tão grande assim, é que a maioria das pessoas passa correndo, seja nas ruas, no metrô, no porto. A maioria nem vai reparar na sua propaganda devido à poluição visual. Vemos muitas pessoas distribuindo panfletos nas saídas de metrô, por exemplo. Em Hong Kong, como o povo é educado, você não vai ver os flyers pelo chão (e também porque há multa – para os turistas desavisados). Mas é aí que entram as verdadeiras ações de marketing, que vão fazer você realmente consumir e se lembrar de uma marca.

Num desses envolvimentos com ação de marca, estava a americana “Fresh” que possui pelo menos 6 lojas em Hong Kong. Quando passei pela rua, vi um caminhão muito estiloso parado (bem estilo Hongkongnês) e aproveitando o clima natalino, a marca estava convidando pessoas a entrarem no veículo e tentarem a sorte na roleta para concorrer a brindes. Por não ter uma “muvuca” de pessoas fazendo fila naquele instante, resolvi entrar lá para bisbilhotar.

Conheci a marca e acabei ganhando um brinde. Um creme facial clareador (asiáticos adoram uma pele branca). A decoração, a música e até o perfume no interior do caminhão me deram uma sensação muito agradável, e agregaram uma imagem muito positiva para uma marca que eu tinha acabado de conhecer. Além dos brindes a marca também estava distribuindo vale descontos na compra de qualquer produto em suas lojas.

O maior desafio é fazer alguém parar, na movimentada Hong Kong para conhecer um produto novo, ou participar de uma promoção. Dentro das estações de metrô, percebi uma outra comunicação muito curiosa. Há um grande fluxo de pessoas nos metrôs da China, e a maioria não tira os olhos do celular enquanto se movimenta pela estação. Com isso, as propagandas instaladas não têm o mesmo impacto, mas as mobile tem um muito maior. Em meio à multidão, estava eu descendo uma escada concentrada no celular, e uma comunicação me chamou a atenção de imediato. Não era um pop-up. Reparei que em determinado momento “pulou” uma tarja preta e amarela no vão entre o celular que eu estava olhando e minha barriga. A tarja estava no chão, ao final de um degrau e me chamou a atenção de imediato, e por impulso, reparei aonde eu estava pisando. O próximo degrau mudava o padrão de tamanho. Se não fosse essa tarja sinalizando “atenção” eu iria acabar descendo os degraus de uma maneira muito menos elegante 😉

Tenho a sensação de que Hong Kong é um ponto de encontro entre a tecnologia e a necessidade de criar propagandas e estratégias de marketing de impacto para ter uma comunicação eficaz. Sem dúvidas é uma referência para outros países.

Texto original publicado em Dezembro 2013

Planning your Business Trip to China

[Veja o post em português]

It is your time to visit China for a business trip, but you do not want to miss the opportunity to check some turistic places. Why not visit the Giant Buddah in Hong Kong, or the casinos in Macau?

Whether you are an expert on travelling to find good business opportunities, or are planning a first adventure through China, it is worth to check out this important tips. With this, and future posts, I hope to bring some useful information for the curious or the ones that are organizing the agenda, so you can rest assure that you will take the best advantage out of such a (tiring) trip.

Specially if you are going to the South of China (region of Guangzhou, Shenzhen, Dongguan, Hong Kong, etc) you cannot miss this hints.

1 – Organize your agenda on a strategic way

(a) Study the map of China (yes, believe you in me, I have seen many senior business people failing in such a primary item) and make a list of which cities you must visit.

(b) Do a good research for the flights schedule to define the route that best suits you.

(c) You may ask the factories that you are visiting to fit into your schedule, as possible. If you don’t know it yet, they have more interest in receiving you than you in paying a visit. In some good cases they will do all the efforts to receive you, even if the time of your visit didn’t fit very well on their opening time. Generally speaking, the Chinese people receive very well the foreigners during the business trip, and in some cases will warmly assist a foreigner. They know that you really do not understand a thing, and that you will appreciate ($$$) the help.

2 – Prepare a 2 entrance visa

This tip is the golden star in your schedule! Your business trip may include a bit of leisure and sightseeing among so many meetings and appointments. Especially if your trip is to the South of China, if you have the chance, ask for a visa with 2 entries. This way you can go inside China to visit the factories and exhibitions, and still visit the special areas outside mainland China, such as Hong Kong and Macau (or even Taiwan). With a second entrance allowed, you can return to mainland China a second time and meet your last appointments.

Did you already get your visa and were only allowed 1 entry? There is still some hope. In case that you have only 1 entry, you can enjoy Hong Kong and Macau the same way! You just need to step by whenever you do not need to enter China again, such as flights or any other appointment inside China. Plan ahead!

3 – Currency

Be reminded that the special zones of China use different currency systems difering from mainland China. They are more devalued, that’s why it is always best to take a portion of the local currency in cash with you. Look for the best exchange rate and consider to change from USD to the local coins, rather than from RMB to the local currency, since (sometimes) the money lost in the transaction is bigger if done from RMB.

Is it your first trip to China? The first contact with the factories? Thinking whether or not you should travel alone? Do you need more information about Canton Fair?

So stay tuned for the next posts!

See you around!

[Veja o post em português]

What goes on at your varanda?

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