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My new trophy saloon 

Minha nova sala dos troféus 😊

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Bit of nature

Walking inside the campus this morning, I luckly had a macro lens in my pocket. While I was looking for the best position and angle for a camera, I observed a shy, but not less dangerous bee feeding herself from the red flowers I wanted to put in frame. I quickly changed the lens and tried to get as close as possible from her without making her nervous (I can’t bear to get injured from her attack at this time of year). 

The result: 


a pattern that I like, and we can see she has a furry body 😍

She left me enchanted and I thank her for letting me get this close 🐝💕

#um #umac #bee 

Life Planning

Today I want to share with you, some excel models for planning your life. It is pretty easy, and you can change it anytime during your life, either you have reached a goal, or simply want to change it. I find myself revising mine many times during the year.

Please note that the below files are examples only, and are really not related with my personal life. But it is a good starting point if there is anything you want to improve in your life.

Download it and rewrite it as you wish 😀

Planejamento de Vida (português) – excel file

Life Planning (english) – excel file

Thank you, see you soon!

2016 – First chapter

Couldn’t be happier with my new life

In less than a week my life completely changed. After 2 months trying to negotiate at my former company about new working schedule or any better working conditions, I needed to take the tough decision to quit.

I could never have imagined that it would have been so tough. But I knew it was the right thing to do at the moment I got a good news from the University I was already studying my Masters degree. They got me a scholarship and so I needed to review my whole calendar and again, leave some things behind. My friends ask me, did your colleagues cried when you left? I say, nooooo, I did! hahaha

It was sad for me, because I have been working with amazing people in China for the past 3 years. And I learned so much from them. Even on those days I wanna kill someone at a meeting table, even those days are precious.

Anyhow, that was one day I simply said to myself: “enough”. I wasn’t feeling like they were caring enough, and I didn’t want that for my life anymore. No space for growth, and was an act of respect. I staid one day again with absolutely nothing to do in my apartment. And it didn’t make me comfortable. The next day everything changed. Suddenly I was at my new job, which is this incredible part time job at the University’s video lab and communication office. People are even more amazing, and that is making everything in my life go on smoother.  I am so lucky to have this opportunity. And in some point of view it can be really scaring because I am again leaving a city where I already knew everything. The pros and cons. Now everything is new again.

I like this feeling of freedom, which can be scary for some people or even seam some kind of craziness. But that’s how I learned to live my life. Letting go.

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Walking out from library (UMAC)

 

Keep them coming!

Honestly, I don’t get it. How people can mix up so many things about the advertising world. I love TV, radio, computers, and not to say my baby Xbox. Music, shows, political critics and social media played through these devices. The fact that a platform can put back together people you knew when you were younger. So long time ago! And you still can meet people you never remember you knew in the past. This is so fantastic!

Well, the mix up part I refer to, is that is so simple to me to describe some things in Portuguese, but they are not true in English. Maybe is just my brain going nuts.

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At university level in Brazil, the bachelor in advertising kind of course is one that has the most number of people giving up during the course. They can not foreseen what is in the verge in front of them. When you complete it, seems like (to me) that the whole world split a channel. You are on a verge, and you just gained a new path. Difficult to retain the idea in English!

In Brazil is so spread out the idea of what a “publicitário” can make. But… in English, I am not so sure on how to explain. Please have a look online and let me know how you can help me describe such an amazing view of our world 😀

Dinâmicas de uma Família Narcisista – Jogando com as cartas sorteadas

(NÃO RECOMENDÁVEL PARA MENORES DE 18 ANOS)
Adorei esse texto, no mínimo um texto de utilidade pública.
Como filha de pais separados, parece que esse texto me tocou em uma ferida profunda. Me ajudou a compreender uma ferida e sei que irá me ajudar a cicatrizar um mal que não deve ser passado adiante. Hoje reconheço o avanço que tive com ajuda de terapia cognitiva-comportamental desde que ouve o divórcio de meus pais.
Me vi em alguns pontos do texto e sei que MUITOS ao meu redor também podem se identificar. Principalmente porque as gerações mais velhas não tinham tanto acesso à informação antigamente e as práticas utilizadas não eram reconhecidas como erradas.
Tradução do texto original deste site: https://afternarcissisticabuse.wordpress.com
“Se prevenir é uma ótima ferramenta para os sobreviventes.”
Quando você cresce entre pais narcisitas, há algumas realidades que não existem em lares não-narcizistas. Essas realidades são nossos pontos de cura, nossos próprios problemas, que como adultos, nós reconhecemos que requerem cicatrização para que possamos ir em frente e ter relacionamentos adultos saudáveis.

Parentificação (casar com os pais)

O pai/mãe narcisista, incapaz de suprir as necessidades dos filhos porque possui conflitos com si mesmo, se torna o recipiente de toda a atenção da criança. Os pais então invertem o jogo e exigem que a criança seja o sacrificado, doador de carinho. Observando em modo de prevenção, é fácil ver esse comportamento errado, mas como pequenas, crianças emotivas, o comportamento modelado tem um impacto em processos que teremos que reverter quando formos pais mais tarde na vida.

O que isso causa é nos formar para ser cuidadosos, os responsáveis, os que consertam, a cola que une os narcisistas juntos. Nos forma para DAR amor cuidadoso para um narcisita, sem reclamar ou fazer um tempestade em copo d’água quando não recebemos nada em troca. Porque estamos tão acostumados a ter este tratamento dos narcisistas enquanto jovens, que não resistimos muito quando recebemos esse tipo de afeto quando somos adultos.

Fronteiras não-existentes

Narcisistas NÃO possuem habilidades de respeitar fronteiras. Eles violentam qualquer fronteira. Atravessam fronteiras mentais para te dizer o que está em SUA cabeça ou qual é sua motivação, atravessando fronteiras físicas de nos pegar ou abraçar quando não queremos, pegando o que é nosso sem autorização, atravessando nossas fronteiras emocionais para discutir sobre o que sentimos, porque sentimos e “se” deveriamos sentir, quando apenas nós é que podemos saber isso. Revelando segredos que nós pedimos para guardar, falando sobre você como se você não estivesse na sala, lendo seu diário sem permissão, espionando conversas privadas, usando suas roupas sem pedir permissão, triangulando e falando com outros na família pelas suas costas, são exemplos de violações de fronteiras e é uma lista enorme para ser escrita. Se você se sente cansado em ler todas as maneiras que um narcisista agride as fronteiras das crianças, imagine VIVER ISTO.

Filhos de narcisistas se tornam adultos acostumados a terem suas fronteiras rebaixadas frequentemente, tanto que eles se sentem “familiares” / “em casa”. Adultos narcisistas ao procurar a “vítima” perfeita, sentem e percebem esse traço enraizado e automaticamente sabem que não haverá limites em explorar o alvo. Eles irão arrebentar ainda mais os limites, bem naturalmente e perceber que podem “se safar” com o comportamento agressivo.

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Se tornando agulhas

Quando se encontram sem esperanças, seres humanos irão abrir mão de um futuro que se assemelha ao que estão vivendo. O mesmo olé, olé de sempre, a manutenção do “status quo” (leia-se integridade) é exatamente o que acontece enquanto a criança cresce num ambiente narcisista. O “narciso” nunca muda. A criança aprende que seus próprios desejos e necessidades são tão inferiores, se não completamente não-existentes quando comparados às necessidades do “narciso”. De que adianta se suas necessidades nunca são aceitas? Então a criança adota a condição de responsabilidade sobre as necessidades do “narciso”, não de suas próprias. Nós abrimos mão de nós mesmos para o altruísmo/desinteresse do outro.

É um resultado de ambos, tanto da parentificação da criança bem como a simples incapacidade do narcisista em pensar em alguém além de si mesmos. Embora um narcisista seja bom em mostrar claramente para os outros o quão bons pais eles são, as crianças são os benfeitores desta verdade torcida:

“Narcisistas não dão valor para seus filhos, independente das suas habilidades de atuação SUPERIOR.”

Nós aprendemos que nós não importamos. Não é que nós não sejamos dignos desta atenção às nossas necessidades ou carinho e compreensão, mas essa é a nossa visão. Nós personalizamos isso. Nós realmente achamos que é porque nós não valemos nada. Se torna nosso conceito de nós mesmos. Nós vamos em frente doando e amando o narcisista, tentando agradá-lo, ou provar que estamos dando / cuidando tanto que o “narciso” irá finalmente nos reconhecer “dignos” e nos dar alguma forma de rascunhos de carinho que nunca chegam.

Isso nos forma como o perfeito “tapete” adulto. Sem ter direito a querer nada, uma criança agora adulta irá se sentir confortável quando o parceiro impor que suas necessidades sejam absolutas no “relacionamento”. Vocês nos ensinaram a não esperar nada em troca. Nos ensinaram que um 100 / 0 num relacionamento familiar é “normal”. Não é NADA normal, mas quando você está acostumado a ter alguém passando por cima de você para ter todas as coisas boas, você simplesmente fica de lado, quando deveria na verdade falar para eles PARAREM.

Pedindo desculpas por sua existência:

É um estado triste de afeição quando a criança sente a necessidade de afirmar o direito de ter nascido, ou ainda ter uma infância inteira caminhando para PROVAR que eles são dignos de amor, mas essa é a realidade em uma dinâmica de famílias narcisistas. As coisas que os “narcisos” dizem para as crianças quando possuídos por ira, sem a presença de testemunhas vai além de apavorante.  Eu me lembro de ter pensamentos no ensino fundamental sobre ser tão grata que o aborto não era legalizado nos anos 60. Não é que alguém que estivesse na 5a série realmente se importasse com assuntos tão nobres, é só que a pessoa de quem eu dependia e mais amava, minha mãe, me disse várias vezes que eu era muito sortuda que o aborto não era legal, porque eu não estaria viva. Observando essa realidade de uma maneira preventiva, me permite sentir o remorso e empatia por mim mesma que eu precisava. O que a minha criança interna passou, foi incomensurável.

Quando você constantemente sente que está sendo tratado como incoveniente ou uma interrupção do perfeito abastecimento da vida dos pais narcisistas, você aprende que o melhor a fazer nesse regime é ficar de lado e deixar o “narciso” ter toda a luz do espetáculo.

Não, uma casa NÃO é um palco para peças ou melodramas para pessoas normais, mas para uma familia narcisista, a cadeira principal na mesa, aquele que “ganha” ou protege, o cachorro grande das nossas vidas… é o narcisista e TODOS SABEM DISSO. Nós todos estamos lá apenas para preencher o espaço no espetáculo dele. Nós iremos nos comportar de acordo com o que o “narciso” tenha decidido que é o nosso personagem e NÃO iremos nos desviar disto, ao menos que queiramos despertar a IRA do “narciso”.

Vamos parar um pouco e prestar atenção ao tópico “ira narcisista”. Muitas pessoas que não vivem numa casa narcisista, não tem nenhuma pista de que o “narciso” seja tão duas caras. Eles vêm a imagem “carinhosa”, “doadora” bla bla que o narcisista apresenta a estranhos e nunca podem descobrir que o mesmo “narciso” tenha uma tirania terrível em casa.

Ira narcisista não é sempre o evento típico de boca grande. É muito mais cruel que isso. Ira narcisista é muito suave e insidiosa. Eles preferem punir as pessoas RETENDO E SE RECUSANDO A DAR o que eles sabem que aquelas pessoas precisam deles. Um pai narcisista será sutilmente agressivo mostrando a criança, que eles podem se desconectar emocionalmente da criança como se ela não existisse. Eles não irão aparecer, serem pontuais, ou dar total atenção às coisas que são importante às crianças. Eles irão desaparecer emocionalmente até que e a criança implore por atenção caindo fora, ou se impondo.

Quando as crianças que aprenderam a não querer balançar o barco por “crescer”, eles não irão questionar ou se impor ante a comportamentos que os fazem se sentir invalidados por outros. Traição será tolerada, invalidação passará “despercebida”, o comportamento narcisista não será questionado.

 
Como narcisistas não possuem empatia, como nós podemos relaxar como crianças e SENTIR que alguma outra pessoa realmente se importa com as pequenas coisas que fazemos? Quando perdemos um cachorro, ou somos chateados na escola, se nossos pais não são capazes de sentir o que nós sentimos em resposta a estes eventos, nós iremos nos sentir completamente desconectados da intimidade. Quando nós estamos tão felizes sobre aquele garoto ou garota que retribuiu nossa atenção na escola, irá doer muito quando nossos pais não conseguirem desconectar da vida social ou de parar de bater fotos para nos ouvir realmente. 
 
Dói ter sentimentos sobre o comportamento de nosso pais que sabemos que não serão compreendidos. Que nós sabemos no nosso íntimo, que essa pessoa, nossos pais, não se importam o bastante para realmente nos ouvir é muito desconectante e nos torna isolados. Nós começamos a perceber que nós APENAS teremos a completa atenção do narcisista quando for conveniente a eles. 
 
Falta de empatia ataca no próprio sentimento de ser amado e ser cuidado, que é impossível sentir o amor de seus pais se eles não tem empatia. O narcisista irá argumentar que “ele realmente se importa” sobre as pessoas ao redor, mas essas pessoas ao redor sabem que o narcisista só se importa quando lhe convém, e que, no mínimo este não é um genuíno amor.  
 
A chave para nos tornarmos pais melhores nesta área é reconhecer essa desordem pelo que ela é e não se fechar nessa incapacidade de amar e assumir essa parte narcisista como um defeito nosso que nos faz indignos de ser amados.
 
Problemas em desenvolver uma identidade
Assim como o próprio narcisista, os objetos alvos que cresceram sob um regime narcisista não tem a chance de explorar quem realmente são. Até o momento em que não estamos mais sob a influência abusiva da fronteira narcisista que nos diz: “quem você realmente é”. O que o “narciso” diz sobre nós é distorcido de qualquer maneira. Nós sabemos que atravéz da projeção, o narcisista usa os traços odiados nele próprio naqueles mais próximos a eles. Então quando somos chamados de EGOÍSTAS, nada mais é do que o narcisista nos acusando do que eles se sentem culpados neles mesmos.
Mas você pode ver, como criança, com tamanha impressionável identidade, sendo dito por várias vezes algo que você não é, irá fazer você acreditar nisso – sendo verdade ou não.
Quando eu era criança eu fui chamada várias vezes pela minha mãe narcisista, de “egoísta”. Na verdade fui acusada com tanta frequencia que as vezes eu me perguntava se meu nome não era “vadiazinha egoísta”. O que isso fez comigo, foi me dizer que aquilo era negativo, e que eu jamais deveria ser tão ruim. Eu considerava meu próprio interesse em cada interação social com qualquer pessoa, e ainda faço. Eu não quero machucar os outros. Eu tenho empatia com o quanto é doido ser egoisticamente excluído pelo grande ego cego de alguém.
Eu não aprendi que existe um certo nível de egoísmo que não faz mal a ninguém, essa é uma parte normal do auto-cuidado e não é nada ruim. Eu sentia que era meu dever NUNCA ser egoísta com os outros. O resultado? Eu não sabia dizer NÃO para os outros e nunca questionei o que isso fez comigo mesma. Na verdade eu mal pensava em mim e estava continuamente frustrada porque eu dava com generosidade mas raramente ganhava o mesmo em retorno. Eu aprendi que não era o MEU TRABALHO cuidar de mim mesma, mas que, através de apenas me doando generosamente um dia eu seria amada.
Se você não tem permissão para ser quem você realmente é, eu acho que esta é a raiz do problema. Que ou causa uma desordem de identidade ou então uma personalidade forte, resiliente que sobrevive a tudo, que resurge das cinzas e prospera em sobreviver apesar de todo esse abuso.
No meu caso, eu buscava contato com vizinhos, professores, pessoas da igreja, que me permitiam ser quem eu era. Minha força de caráter me incentivou a ampliar o meu “quadro de círculos de referências” ou meu “ciclo de feedback” para abranger aqueles que também viviam na realidade. Minha habilidade em dizer a verdade, apesar da terrível consequencia do “narciso” que não sabia ouvir minhas verdades, me tornou o bode-expiatório da família – minha habilidade de chamar uma espada de espada, permitiu a minha verdadeira identidade e autenticidade de sobreviver.
É meu pensamento que essa característica resiliente que existe em mim, existe em todos os sobreviventes que encontraram seu caminho até aqui nesta página, falando as verdades sobre os abusos, querendo ser honestos, e aceitando as responsabilidades sobre as coisas em nós mesmos que possuem culpa nesses abusos e nos permite prevenir isso de algum dia acontecer novamente. Assim como nossa vontade de estar lá pelo outro que está machucando os machucados que nós machucamos e procurando a mesma forma de viver pacífica que nós procuramos.
Como você pode ver em retrospecto, as lições que aprendemos crescendo num lar narcisista são lições que nós precisamos DESAPRENDER agora que somos adultos para que não continuemos a escolher parceiros que irão repetir o abuso de nossas infâncias. Também temos a responsabilidade de proteger nossas crianças destes comportamentos e fazer todo o possível para modelar regras de paternidade SAUDÁVEIS, fronteiras, limites, necessidades, empatia de amor incondicional e aceitação de quem nossas crianças realmente são.

A oportunidade para o bem

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valhalrion.deviantart.com/

Viver “no exterior” não é uma questão de território, mas sim de estilo de vida. O que acontece é que quem sai uma vez do país, é forçado a entrar nesse modo. Mas você pode entrar no mesmo estilo de vida, sem sair do lugar.

Abrir a mente. Experimentar o diferente é uma habilidade. Além disso, a muito custo sempre exercitei a habilidade de ver o lado bom das coisas. Principalmente porque neste “modo” de vida, você vai ser obrigado a encarar vários desafios. Não é fácil, mas sempre há um lado bom. E imagine que um dia você esteja rodeado por coisas boas em todas as esferas de sua vida? Trabalho, família, amigos, conquistas e saúde?

Tudo já está ótimo. E só melhora.

Sou agradecida aos problemas que enfrentei, pois sei o quanto eles me tornaram a pessoa que sou hoje.

Toda a habilidade, requer prática. É um trabalho árduo e custa muitas decepções, e as vezes desgastes contra você mesmo. Mas por fim, quando você pára para refletir e percebe tudo de bom que construiu ao seu redor, o aprendizado que cada passo fora da sua zona de conforto lhe proporcionou, vê que vale a pena. Sair da zona de conforto, todo dia, alarga nossos horizontes. E aqui não se trata de uma questão territorial, mas ir além em pequenos atos do cotidiano. Trocar o espresso pelo capuccino. A coca pelo chá. O ônibus pela caminhada. Uma coisa hoje, e outra amanhã. E no final de uma semana, verá como construiu! Como seus dias passaram mais devagar e como pôde aproveitar mais. Faça algo por você (ou por alguém que ama) hoje, que o seu “eu” de amanhã poderá olhar pra trás e agradecer pela sua iniciativa. Isso é sair da zona de conforto, olhar além. Criar uma gota de bondade, e acreditar que a onda vai aumentar e fará um bem ainda maior a outra pessoa.

AMO um trecho do livro “Rules for a Knight” de Ethan Hawke que me remonta os meus tempos de escoteira quando era pequena. No livro, segundo um lendário cavaleiro, existe uma batalha terrível entre dois lobos. Um lobo é mau, ele tem ódio, é invejoso, triste, rancoroso, mesquinho, arrogante, sente pena de si, culpa, ressentimento, inferioridade, é mentiroso, tem falso orgulho, superioridade e ego. O outro é bom, ele é alegre, pacífico, amoroso, esperançoso, sereno, humilde, bondoso, benevolente, simpático, generoso, verdadeiro, apaixonado e cheio de fé. Os dois lutam pela sobrevivência, mas apenas um poderá vencer. A mesma batalha acontece dentro de nós. E sabe que lobo irá vencer essa batalha?

Aquele que você alimenta.

Por um dia, se cale a tudo que te impulsionar a agir com raiva, desprezo, frustração. Ignore. Mate de fome o lobo ruim, e se alimente das coisas boas que estão em cada situação ao seu redor.Até mesmo na própria situação ruim, sempre há um lado bom. Se alimente disso.

Ainda estou aprendendo a alimentar o lobo bom todos os dias. E o mais difícil, fechar a boca do faminto e esquelético lobo ruim. Acreditem, quanto mais faminto você deixar ele, mais alto ele vai uivar quando tiver a chance. Alimentar o lobo bom, todo dia, treina-lo e deixa-lo bem gordo. E ajudar aqueles ao meu redor a fazer o mesmo. Quando alguém oferece isca para o meu lobo ruim, custa muito sair da zona de conforto e ter a atitude oposta. Mas todas as vezes que saí feliz de qualquer evento, às custas de muito treinamento, o lobo do bem pulou mais alto para comer a isca.

Cercada por uma sociedade oportunista, fica ainda mais desafiador manter a ética e a moral e conquistar uma vida feliz. Quando o seu lobo da alegria está feliz e bem alimentado, pode desencadear a arrogância e inveja em pessoas ao redor. O desafio aqui de cada dia é não deixar as pessoas tóxicas drenarem a energia da vida feliz que você construiu com tanto empenho. Carpe diem.