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Life Planning

Today I want to share with you, some excel models for planning your life. It is pretty easy, and you can change it anytime during your life, either you have reached a goal, or simply want to change it. I find myself revising mine many times during the year.

Please note that the below files are examples only, and are really not related with my personal life. But it is a good starting point if there is anything you want to improve in your life.

Download it and rewrite it as you wish ūüėÄ

Planejamento de Vida (português) Рexcel file

Life Planning (english) – excel file

Thank you, see you soon!

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2016 – First chapter

Couldn’t be happier with my new life

In less than a week my life completely changed. After 2 months trying to negotiate at my former company about new working schedule or any better working conditions, I needed to take the tough decision to quit.

I could never have imagined that it would have been so tough. But I knew it was the right thing to do at the moment I got a good news from the University I was already studying my Masters degree. They got me a scholarship and so I needed to review my whole calendar and again, leave some things behind. My friends ask me, did your colleagues cried when you left? I say, nooooo, I did! hahaha

It was sad for me, because I have been working with amazing people in China for the past 3 years. And I learned so much from them. Even on those days I wanna kill someone at a meeting table, even those days are precious.

Anyhow, that was one day I simply said to myself: “enough”. I wasn’t feeling like they were caring enough, and I didn’t want that for my life anymore. No space for growth, and was an act of respect.¬†I staid one day again with absolutely nothing to do in my apartment. And it didn’t make me comfortable. The next day everything changed. Suddenly I was at my new job, which is this incredible part time job at the University’s video lab and communication office. People are even more amazing, and that is making everything in my life go on smoother. ¬†I am so lucky to have this opportunity. And in some point of view it can be really scaring because I am again leaving a city where I already knew everything. The pros and cons. Now everything is new again.

I like this feeling of freedom, which can be scary for some people or even seam some kind of¬†craziness. But that’s how I learned to live my life. Letting go.

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Walking out from library (UMAC)

 

Keep them coming!

Honestly,¬†I don’t get it. How people can¬†mix up so many things about the advertising world.¬†I love TV, radio, computers, and not to say my baby Xbox. Music, shows, political critics and social media played through these devices. The fact that a platform can¬†put back together people you knew when you were younger. So long time ago! And you still can meet people you never remember you knew in the past. This is so fantastic!

Well, the mix up part I refer to, is that is so simple to me to describe some things in Portuguese, but they are not true in English. Maybe is just my brain going nuts.

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At university level in Brazil, the bachelor in advertising kind of course is one that has the most number of people giving up during the course. They can not foreseen what is in the verge in front of them. When you complete it, seems like (to me) that the whole world split a channel. You are on a verge, and you just gained a new path. Difficult to retain the idea in English!

In¬†Brazil is so spread out the idea of what a “publicit√°rio” can make. But… in English, I am not so sure on how to explain.¬†Please have a look online and let me know how you can help me describe such an amazing view of our world ūüėÄ

Din√Ęmicas de uma Fam√≠lia Narcisista – Jogando com as cartas sorteadas

(N√ÉO RECOMEND√ĀVEL PARA MENORES DE 18 ANOS)
Adorei esse texto, no m√≠nimo um texto de utilidade p√ļblica.
Como filha de pais separados, parece que esse texto me tocou em uma ferida profunda. Me ajudou a compreender uma ferida e sei que irá me ajudar a cicatrizar um mal que não deve ser passado adiante. Hoje reconheço o avanço que tive com ajuda de terapia cognitiva-comportamental desde que ouve o divórcio de meus pais.
Me vi em alguns pontos do texto e sei que MUITOS¬†ao meu redor tamb√©m podem se identificar. Principalmente porque as gera√ß√Ķes mais velhas n√£o tinham tanto acesso √† informa√ß√£o antigamente e as pr√°ticas utilizadas n√£o eram reconhecidas como erradas.
Tradução do texto original deste site: https://afternarcissisticabuse.wordpress.com
“Se prevenir √© uma √≥tima ferramenta para os sobreviventes.”
Quando você cresce entre pais narcisitas, há algumas realidades que não existem em lares não-narcizistas. Essas realidades são nossos pontos de cura, nossos próprios problemas, que como adultos, nós reconhecemos que requerem cicatrização para que possamos ir em frente e ter relacionamentos adultos saudáveis.

Parentificação (casar com os pais)

O pai/mãe narcisista, incapaz de suprir as necessidades dos filhos porque possui conflitos com si mesmo, se torna o recipiente de toda a atenção da criança. Os pais então invertem o jogo e exigem que a criança seja o sacrificado, doador de carinho. Observando em modo de prevenção, é fácil ver esse comportamento errado, mas como pequenas, crianças emotivas, o comportamento modelado tem um impacto em processos que teremos que reverter quando formos pais mais tarde na vida.

O que isso causa¬†√© nos formar para ser cuidadosos, os respons√°veis, os que consertam, a cola que une os narcisistas juntos. Nos forma para DAR amor cuidadoso para um narcisita, sem reclamar ou fazer um tempestade em copo d’√°gua quando n√£o recebemos nada em troca. Porque estamos t√£o acostumados a ter este tratamento dos narcisistas enquanto jovens, que n√£o resistimos muito quando recebemos esse tipo de afeto quando somos adultos.

Fronteiras n√£o-existentes

Narcisistas N√ÉO possuem habilidades de respeitar fronteiras. Eles violentam qualquer fronteira. Atravessam fronteiras mentais para te dizer o que est√° em SUA cabe√ßa ou qual √© sua motiva√ß√£o, atravessando fronteiras f√≠sicas de nos pegar ou abra√ßar quando n√£o queremos, pegando o que √© nosso sem autoriza√ß√£o, atravessando nossas fronteiras emocionais para discutir sobre o que sentimos, porque sentimos e “se” deveriamos sentir, quando apenas n√≥s √© que podemos saber isso. Revelando segredos que n√≥s pedimos para guardar, falando sobre voc√™ como se voc√™ n√£o estivesse na sala, lendo seu di√°rio sem permiss√£o, espionando conversas privadas, usando suas roupas sem pedir permiss√£o, triangulando e falando com outros na fam√≠lia pelas suas costas, s√£o exemplos de viola√ß√Ķes de fronteiras e √© uma lista enorme para ser escrita. Se voc√™ se sente cansado em ler todas as maneiras que um narcisista agride as fronteiras das crian√ßas, imagine VIVER ISTO.

Filhos de narcisistas se tornam adultos acostumados a terem suas fronteiras rebaixadas frequentemente, tanto que eles se sentem “familiares” / “em casa”. Adultos narcisistas¬†ao procurar a “v√≠tima” perfeita, sentem e percebem esse tra√ßo enraizado e automaticamente sabem que n√£o haver√° limites em explorar o alvo. Eles ir√£o arrebentar ainda mais os limites, bem naturalmente e perceber que podem “se safar” com o comportamento agressivo.

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Se tornando agulhas

Quando se encontram sem esperan√ßas, seres humanos ir√£o abrir m√£o de um futuro que se assemelha ao que est√£o vivendo. O mesmo ol√©, ol√© de sempre, a manuten√ß√£o do “status quo” (leia-se integridade) √© exatamente o que acontece enquanto a crian√ßa cresce num ambiente narcisista. O “narciso” nunca muda. A crian√ßa aprende que seus pr√≥prios desejos e necessidades s√£o t√£o inferiores, se n√£o completamente n√£o-existentes quando comparados √†s necessidades do “narciso”. De que adianta se suas necessidades nunca s√£o aceitas? Ent√£o a crian√ßa adota a condi√ß√£o de responsabilidade sobre as necessidades do “narciso”, n√£o de suas pr√≥prias. N√≥s abrimos m√£o de n√≥s mesmos para o altru√≠smo/desinteresse do outro.

√Č um resultado de ambos, tanto da parentifica√ß√£o da crian√ßa bem como a simples incapacidade do narcisista em pensar em algu√©m al√©m de si mesmos. Embora um narcisista seja bom em mostrar claramente para os outros o qu√£o bons pais eles s√£o, as crian√ßas s√£o os benfeitores desta verdade torcida:

“Narcisistas n√£o d√£o valor para seus filhos, independente das suas habilidades de atua√ß√£o SUPERIOR.”

N√≥s aprendemos que n√≥s n√£o importamos. N√£o √© que n√≥s n√£o sejamos dignos desta aten√ß√£o √†s nossas necessidades ou carinho e compreens√£o, mas essa √© a nossa vis√£o. N√≥s personalizamos isso. N√≥s realmente achamos que √© porque n√≥s n√£o valemos nada. Se torna nosso conceito de n√≥s mesmos. N√≥s vamos em frente doando e amando o narcisista, tentando agrad√°-lo, ou provar que estamos dando / cuidando tanto que o “narciso” ir√° finalmente nos reconhecer “dignos” e nos dar alguma forma de rascunhos de carinho que nunca chegam.

Isso nos forma como o perfeito “tapete” adulto. Sem ter direito a querer nada, uma crian√ßa agora adulta ir√° se sentir confort√°vel quando o parceiro impor que suas necessidades sejam absolutas no “relacionamento”. Voc√™s nos ensinaram a n√£o esperar nada em troca. Nos ensinaram que um 100 / 0 num relacionamento familiar √© “normal”. N√£o √© NADA normal, mas quando voc√™ est√° acostumado a ter algu√©m passando por cima de voc√™ para ter todas as coisas boas, voc√™ simplesmente fica de lado, quando deveria na verdade falar para eles PARAREM.

Pedindo desculpas por sua existência:

√Č um estado triste de afei√ß√£o quando a crian√ßa sente a necessidade de afirmar o direito de ter nascido, ou ainda ter uma inf√Ęncia inteira caminhando para PROVAR que eles s√£o dignos de amor, mas essa √© a realidade em uma din√Ęmica de fam√≠lias narcisistas. As coisas que os “narcisos” dizem para as crian√ßas quando possu√≠dos por ira, sem a presen√ßa de testemunhas vai al√©m de apavorante.¬† Eu me lembro de ter pensamentos no ensino fundamental sobre ser t√£o grata que o aborto n√£o era legalizado nos anos 60. N√£o √© que algu√©m que estivesse na 5a s√©rie realmente se importasse com assuntos t√£o nobres, √© s√≥ que a pessoa de quem eu dependia e mais amava, minha m√£e, me disse v√°rias vezes que eu era muito sortuda que o aborto n√£o era legal, porque eu n√£o estaria viva. Observando essa realidade de uma maneira preventiva, me permite sentir o remorso e empatia por mim mesma que eu precisava. O que a minha crian√ßa interna passou, foi incomensur√°vel.

Quando voc√™ constantemente sente que est√° sendo tratado como incoveniente ou uma interrup√ß√£o do perfeito abastecimento da vida dos pais narcisistas, voc√™ aprende que o melhor a fazer nesse regime √© ficar de lado e deixar o “narciso” ter toda a luz do espet√°culo.

N√£o, uma casa N√ÉO √© um palco para pe√ßas ou melodramas para pessoas normais, mas para uma familia narcisista, a cadeira principal na mesa, aquele que “ganha” ou protege, o cachorro grande das nossas vidas… √© o narcisista e TODOS SABEM DISSO. N√≥s todos estamos l√° apenas para preencher o espa√ßo no espet√°culo dele. N√≥s iremos nos comportar de acordo com o que o “narciso” tenha decidido que √© o nosso personagem e N√ÉO iremos nos desviar disto, ao menos que queiramos despertar a IRA do “narciso”.

Vamos parar um pouco e prestar aten√ß√£o ao t√≥pico “ira narcisista”. Muitas pessoas que n√£o vivem numa casa narcisista, n√£o tem nenhuma pista de que o “narciso” seja t√£o duas caras. Eles v√™m a imagem “carinhosa”, “doadora” bla bla que o narcisista apresenta a estranhos e nunca podem descobrir que o mesmo “narciso” tenha uma tirania terr√≠vel em casa.

Ira narcisista n√£o √© sempre o evento t√≠pico de boca grande. √Č muito mais cruel que isso. Ira narcisista √© muito suave e insidiosa. Eles preferem punir as pessoas RETENDO E SE RECUSANDO A DAR o que eles sabem que aquelas pessoas precisam deles. Um pai narcisista ser√° sutilmente agressivo mostrando a crian√ßa, que eles podem se desconectar emocionalmente da crian√ßa como se ela n√£o existisse. Eles n√£o ir√£o aparecer, serem pontuais, ou dar total aten√ß√£o √†s coisas que s√£o importante √†s crian√ßas. Eles ir√£o desaparecer emocionalmente at√© que e a crian√ßa implore por aten√ß√£o caindo fora, ou se impondo.

Quando as crian√ßas que aprenderam a n√£o querer balan√ßar o barco por “crescer”, eles n√£o ir√£o questionar ou se impor ante a comportamentos que os fazem se sentir invalidados por outros. Trai√ß√£o ser√° tolerada, invalida√ß√£o passar√° “despercebida”, o comportamento narcisista n√£o ser√° questionado.

 
Como narcisistas não possuem empatia, como nós podemos relaxar como crianças e SENTIR que alguma outra pessoa realmente se importa com as pequenas coisas que fazemos? Quando perdemos um cachorro, ou somos chateados na escola, se nossos pais não são capazes de sentir o que nós sentimos em resposta a estes eventos, nós iremos nos sentir completamente desconectados da intimidade. Quando nós estamos tão felizes sobre aquele garoto ou garota que retribuiu nossa atenção na escola, irá doer muito quando nossos pais não conseguirem desconectar da vida social ou de parar de bater fotos para nos ouvir realmente. 
 
Dói ter sentimentos sobre o comportamento de nosso pais que sabemos que não serão compreendidos. Que nós sabemos no nosso íntimo, que essa pessoa, nossos pais, não se importam o bastante para realmente nos ouvir é muito desconectante e nos torna isolados. Nós começamos a perceber que nós APENAS teremos a completa atenção do narcisista quando for conveniente a eles. 
 
Falta de empatia ataca no pr√≥prio sentimento de ser amado e ser cuidado, que √© imposs√≠vel sentir o amor de seus pais se eles n√£o tem empatia. O narcisista ir√° argumentar que “ele realmente se importa” sobre as pessoas ao redor, mas essas pessoas ao redor sabem que o narcisista s√≥ se importa quando lhe conv√©m, e que, no m√≠nimo este n√£o √© um genu√≠no amor. ¬†
 
A chave para nos tornarmos pais melhores nesta área é reconhecer essa desordem pelo que ela é e não se fechar nessa incapacidade de amar e assumir essa parte narcisista como um defeito nosso que nos faz indignos de ser amados.
 
Problemas em desenvolver uma identidade
Assim como o pr√≥prio narcisista, os objetos alvos que cresceram sob um regime narcisista n√£o tem a chance de explorar quem realmente s√£o. At√© o momento em que n√£o estamos mais sob a influ√™ncia abusiva da fronteira narcisista que nos diz: “quem voc√™ realmente √©”. O que o “narciso” diz sobre n√≥s √© distorcido de qualquer maneira. N√≥s sabemos que atrav√©z da proje√ß√£o, o narcisista usa os tra√ßos odiados nele pr√≥prio naqueles mais pr√≥ximos a eles. Ent√£o quando somos chamados de EGO√ćSTAS, nada mais √© do que o narcisista nos acusando do que eles se sentem culpados neles mesmos.
Mas você pode ver, como criança, com tamanha impressionável identidade, sendo dito por várias vezes algo que você não é, irá fazer você acreditar nisso Рsendo verdade ou não.
Quando eu era crian√ßa eu fui chamada v√°rias vezes pela minha m√£e narcisista, de “ego√≠sta”. Na verdade fui acusada com tanta frequencia que as vezes eu me perguntava se meu nome n√£o era “vadiazinha ego√≠sta”. O que isso fez comigo, foi me dizer que aquilo era negativo, e que eu jamais deveria ser t√£o ruim. Eu considerava meu pr√≥prio interesse em cada intera√ß√£o social com qualquer pessoa, e ainda fa√ßo. Eu n√£o quero machucar os outros. Eu tenho empatia com o quanto √© doido ser egoisticamente exclu√≠do pelo grande ego cego de algu√©m.
Eu não aprendi que existe um certo nível de egoísmo que não faz mal a ninguém, essa é uma parte normal do auto-cuidado e não é nada ruim. Eu sentia que era meu dever NUNCA ser egoísta com os outros. O resultado? Eu não sabia dizer NÃO para os outros e nunca questionei o que isso fez comigo mesma. Na verdade eu mal pensava em mim e estava continuamente frustrada porque eu dava com generosidade mas raramente ganhava o mesmo em retorno. Eu aprendi que não era o MEU TRABALHO cuidar de mim mesma, mas que, através de apenas me doando generosamente um dia eu seria amada.
Se você não tem permissão para ser quem você realmente é, eu acho que esta é a raiz do problema. Que ou causa uma desordem de identidade ou então uma personalidade forte, resiliente que sobrevive a tudo, que resurge das cinzas e prospera em sobreviver apesar de todo esse abuso.
No meu caso, eu buscava contato com vizinhos, professores, pessoas da igreja, que me permitiam ser quem eu era. Minha for√ßa de car√°ter me incentivou a ampliar o meu “quadro de c√≠rculos de refer√™ncias” ou meu “ciclo de feedback” para abranger aqueles que tamb√©m viviam na realidade. Minha habilidade em dizer a verdade, apesar da terr√≠vel consequencia do “narciso” que n√£o sabia ouvir minhas verdades, me tornou o bode-expiat√≥rio da fam√≠lia – minha habilidade de chamar uma espada de espada, permitiu a minha verdadeira identidade e autenticidade de sobreviver.
√Č meu pensamento que essa caracter√≠stica resiliente que existe em mim,¬†existe em todos os sobreviventes que encontraram seu caminho at√© aqui nesta p√°gina, falando as verdades sobre os abusos, querendo ser honestos, e aceitando as responsabilidades sobre as coisas em n√≥s mesmos que possuem culpa nesses abusos e nos permite prevenir isso de algum dia acontecer novamente. Assim como nossa vontade de estar l√° pelo outro que est√° machucando os machucados que n√≥s machucamos e procurando a mesma forma de viver pac√≠fica que n√≥s procuramos.
Como voc√™ pode ver em retrospecto, as li√ß√Ķes que aprendemos crescendo num lar narcisista s√£o li√ß√Ķes que n√≥s precisamos DESAPRENDER agora que somos adultos para que n√£o continuemos a escolher parceiros que ir√£o repetir o abuso de nossas inf√Ęncias. Tamb√©m temos a responsabilidade de proteger nossas crian√ßas destes comportamentos e fazer todo o poss√≠vel para modelar regras de paternidade SAUD√ĀVEIS, fronteiras, limites, necessidades, empatia de amor incondicional e aceita√ß√£o de quem nossas crian√ßas realmente s√£o.

Hong Kong РThe Peak, parada obrigatória

A visita mais impressionante que eu fiz a Hong Kong foi sem d√ļvidas conhecer o The Peak, tamb√©m conhecido por Victoria’s Peak. Quando voc√™ vier a Hong Kong, inclua esse ponto tur√≠stico no seu primeiro dia de visita (ou o primeiro dia em que o tempo estiver bonito).

Localizado na ilha de Hong Kong, √© o seu ponto mais alto. A vista l√° do topo √© de tirar o f√īlego. O Cen√°rio √© fant√°stico e de onde voc√™ pode ver muita natureza, em meio √† tanta tecnologia e arranha-c√©us. Em um dia ensolarado voc√™ consegue ver toda pen√≠nsula de Hong Kong at√© os novos territ√≥rios. E de noite a paisagem se tranforma pelas luzes da cidade colorindo o horizonte.

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(Crédito: Divulgação)

Lá em cima, faça a caminhada na Circle Walk, uma pista de 3.5km ao redor do The Peak onde se encontram os melhores mirantes. Você pode optar por fazer uma volta mais curta, ou até mesmo faze-la de trás para frente. O importante é tentar passar por diversos pontos, conforme seus limites físicos. *Leve sempre uma garrafa de água com você. No verão Hong Kong pode se tornar extremamente quente, e você não vai querer ter uma ensolação em seu passeio, não é?

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Depois da caminhada, você pode parar para tomar um café na The Peak Tower. Entrando no edifício, vire a direita e ande até o final, até encontrar um café, com a mais  privilegiada vista. Se você der sorte, conseguirá um lugar para se sentar bem em frente à janela. Essa experiência é indescritível, você precisa conferir.

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Voc√™ pode subir o The Peak de √īnibus. Mas dificilmente voc√™ ir√° optar por desce-lo de √īnibus, pois voc√™ pode fazer a viagem tamb√©m de trem. Ele est√° presente nesse cen√°rio h√° 120 anos, e lhe proporcionar√° cen√°rios incr√≠veis. Na base da montanha, voc√™ vai encontrar um museu onde poder√° descobrir mais curiosidades sobre o simp√°tico trem.

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Na esta√ß√£o de √īnibus em Exchange Square pegue o √īnibus 15 que leva ao The Peak
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Trem ou Tram, que leva ao topo do The Peak

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Leve uma garrafa de água com você durante todo o trajeto, o Sol em Hong Kong pode ser cruel! Vá com calçados confortáveis e se você estiver visitando o The Peak no verão, pode aderir à moda chinesa de usar lencinhos umedecidos para limpar a pele e deixá-la fresca sob o ar quente deste lugar!

‚ÄĘ Dica:

Minha sugest√£o √© de iniciar e passeio pegando o √īnibus 15 na esta√ß√£o de √īnibus na Exchange Square (pr√≥ximo √† esta√ß√£o de metr√ī MTR Hong Kong Station, sa√≠da D). Dessa maneira voc√™ vai conhecendo a cidade at√© chegar no seu destino.

Voc√™ pode encontrar mais informa√ß√Ķes aqui:

http://www.discoverhongkong.com/eng/see-do/highlight-attractions/top-10/the-peak.jsp

If you can not do great things, do small things in a great way

I started this post with a quote from Napoleon Hill, and I confess I have heard this quote the first time when I was still at university.

“If you can not do great things, do small things in a great way” – Napoleon Hill

By that time, at the end of Uni I wanted so much to do something great. And I guess everyone had that felling once. Either a project, a top grade, a compliment from mentors. But just do something bigger, different than others. When you are under your mentor’s guidance that seams quite easy to ask for orientation. And even out of the Uni, on your private life, it seams like no mater where you go, you are always doing the right thing…

But after a few accomplishments, you are left alone with your certificate – or not – in this brave new world you have just discovered. And it might really be an outstanding world specially at the beginning. But after a few years, you need to remember to stay sharp. Keep learning. Keep achieving your goals. Keep thinking out of the box.

This post in fact is just to share with you the way I found out how to keep searching for contents of my interest and the best way (for me) to return something to community.

Here are two links that made my life feel much more worthy (well, we all go through difficult phases where we need to feel better with ourselves to realize how worthy we are to have the life we live). It certainly gave me a better feeling of fulfillment after I accomplished these goals.

There it goes:

‚ô¶ alison.com – a platform that shares many options of courses and even grants certificates from the world’s best universities. FOR FREE.

‚ô¶ unv.org – United Nations Volunteer, a platform that allows you to join forces with the United Nations and help to spread peace around the globe. You can choose to collaborate online for a long or short term. Be a volunteer.

The key is that regardless of getting a certification, you don’t need to prove to the world how much you have improved, but the world (or the way you see it) will show you how much you have changed. Do not place limits to yourself, because nobody around you is doing so!

It is so easy to complain that things are not going the way you have planned in your life. But I found out that little changes can really turn into a great result. Don’t attach yourself to the bigger picture, just keep doing the small things on the way of improvement and one day you might realize that they were the great things.

The tips above are such small things, but I bet you will feel more personally fulfilled if you achieve some goals offered by these tools. Or any other… Mindset to improve little by little. Everyday.

To complete, here are some other mindsetting thoughts that I like ‚ô•

Images by pinterest.com

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See ya

Lessons from 2015

[Veja o post em português]

A retrospective of my year to share with you a little bit of this emotional roller coaster that my expat life has became.

2015, a year of spiritual reencounter, personal discovery and love.

A year that has began in a spectacular way, with a short vacation escape to Indonesia. I found out the sweetness of Donkey Donuts (I saw this brand for the first time in Indonesia – yes, forgive me, shame on me, I did not know it before). After an intense year of work, there was nothing more fair than run away from this hustle and bustle, to enjoy the peace and the unique landscapes of a region so full of natural beauty.

Recharge the batteries, and praise to God for all the good things: every friendship, every battle won. In such places I always find peace and the presence of such a positive energy, that goes much beyond our knowledge.

Back to the busy routine, to feel once again the cold weather of Frankfurt and Peking touching my skin. Yes, the year of 2015 brought me so much self discovery that I started to value (even more) each sensation, each moment that this life provides us. From a calm sunset by the seashore in Indonesia, enjoying a drink, to the feeling of having my fingers freezing while walking in the center of Frankfurt, at nightfall, under a drizzle that insists in freeze also my ears… (my nose, I could not feel it anymore)

Another world’s wonder, the Great Wall of China. Together with my Chinese colleagues, I could discover this monument and understand why they call it a “world wonder”. Something I can not put into words, a greatness that is indescribable. Even nowadays people ask me about how was to be at the Great Wall and I only know how to reply with that “poker face”…

After the hustle in Shanghai, I had the pleasure to feel the very hot weather in another 2¬†different countries in Asia that I haven’t been before, Vietnam and United Arab Emirates. I got to know amazing people in Ho Chi Minh city, Vietnam and realized that despite the problems faced by the country,¬†they have a very happy population, just like Brazil does.

At Dubai,¬†United Arab Emirates, I was at the¬†Burj Khalifa “At the top” (at the top of the world). The highest outdoor observation deck in the world! A tower with more than 828 meters high. From the top of that tower I could realize how big are the little details¬†in our life, and simply wished that the world down there would be filled with love.

 

 

2015,

a year to review many of my concepts. The obligation to refrain from alcohol. A year where I found an incredible resilience. After a first semester emotionally troubled, I conquered an even stronger psychological.

To formalize the second language by conquering the international english certification. And deepen my studies to reach the third language (the HSK3 mandarin certification is a goal for 2016). The persistent battle to keep health for mind and body (and spirit) among so many desires, wishes and responsabilities.

 

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In this last semester, I dedicated myself to¬†return a portion of¬†all the learning I had so far. For so I signed up¬†for the UN volunteer program, where I was picked¬†to¬†help with translation¬†for Issue Papers¬†from UN Habitat III. I could collaborate with 2 Issue Papers about Housing and¬†Transport and Mobility. There¬†were a few sleepless nights, and all the vacant time (specially that hours spent travelling) were dedicated to this project. At the 45 minutes of the second half (28/12/2015) I received the feedback from the institution with regards for my contribution for¬†“enhanced capacity of communities to identify local development priorities and ways to address them“. Can you imagine how happy I am?

2015 also had my frustrating attempt to write a book. After meeting so many amazing people in this journey, (some new friends that just arrive to stay) appeared¬†the desire of putting the¬†heroes I met in real life (and the villains) back to the¬†books. But I realized that for this story to become really good, I needed to meet some other heroes in real life… So the story staid in stand by.

Some struggles, just to show me how much pride does not lead anyone to anything. I opened my eyes for so many bad things surrounding this world and how people get intoxicated trying to get rid from an evil. Sometimes they end up even worst than the bad thing itself. I put into action what my mentors have taught me during this journey, by fighting bad with goodness, and I do not regret anything that I have done during this year of 2015. I entered 2015 full of good things, and I feel that all the good things I have shared, (or some critics that I ignored) if they were not enough to make another happy, at least they did an extremely good repair to my soul.

To complete, in the middle of this turbulence, I met someone so special. I found my heart¬†in a manner that I would have never imagined I would someday… Far from the cliches, I fell in love for a person who lives¬†a life in an even faster pace than I do… What puzzled¬†me, and at the same time disarmed me. A lesson. Suddenly, it was all or nothing. It was a kind of love that needs to be given 100%, every day. Suddenly I went on a state¬†of¬†alert about the brevity of our lives, and that I can not risk to spend a day without acting with 100% of love with those around me. Suddenly there were no doubts. No fears… Some priorities became so¬†trivial. I discovered something much bigger than myself. And before I could consider¬†whether it was love,¬†I realized my heart was already surrendering…

A 2015 that disarmed me and prepared me with even stronger ones for 2016. And hope that the wishes of love, peace, comprehension e mainly happiness will be again present in our lives in this new year to come. Because those who learn how to cultivate happiness inside themselves, will easily find the way to the other virtues.

[Veja o post em português]

Li√ß√Ķes de 2015

[See post in english]

Uma retrospectiva do meu ano para compartilhar com voc√™s um singelo percentual dessa avalanche de emo√ß√Ķes que √© a minha vida de expatriada.

2015, um ano de reencontro espiritual, descobrimento pessoal e amor.

Um ano que começou de maneira espetacular, com uma fugidinha de férias para a Indonésia. Descobri a gordice do Dunkin Donuts (vi a marca pela primeira vez na Indonésia Рsim, me desculpem, eu não conhecia antes). Depois de um ano intenso de trabalho, nada mais justo que fugir do agito e correria, para curtir o marasmo e as paisagens singulares de uma região tão cheia de belezas naturais.

Recarregar as energias, e agradecer à Deus por tudo de bom, por cada amizade, cada batalha vencida. Sempre encontro em lugares assim, a paz e a presença de uma energia positiva, que vai muito além do nosso conhecimento.

De volta √† rotina agitada, sentir mais uma vez o frio de Frankfurt e de Pequim batendo na pele. Sim, o ano de 2015 me trouxe tanto auto-descobrimento que passei a valorizar (ainda mais) cada sensa√ß√£o, cada momento que esta vida nos proporciona. Do marasmo de um p√īr-do-Sol na beira da praia na Indon√©sia apreciando um drink, at√© os dedos congelando em meio a uma caminhada no centro de Frankfurt ao cair da noite, debaixo¬†daquele chuvisco insistindo em gelar tamb√©m a orelha… (o nariz j√° n√£o se sente).

Mais uma maravilha do mundo, a muralha da China. Junto com os colegas chineses, pude descobrir esse monumento e entender porque chamam isso de “maravilha do mundo”. Algo inenarr√°vel, uma imensid√£o indescrit√≠vel. At√© hoje as pessoas me perguntam sobre como √© a muralha e eu s√≥ sei fazer aquela cara de paisagem…

Depois da correria em Shanghai, tive o prazer de passar calor tamb√©m em dois pa√≠ses novos¬†para mim na √Āsia, Vietn√£ e Emirados √Ārabes Unidos. Conheci pessoas fant√°sticas em Ho Chi Minh, Vietn√£, e descobri que apesar dos problemas enfrentados pelo pa√≠s, eles tem um povo t√£o alegre quanto n√≥s brasileiros.

Em Dubai, nos Emirados √Ārabes, estive no Burj Khalifa “At the top” (no topo to mundo). A maior plataforma de observa√ß√£o ao ar livre do mundo! Uma torre de mais de 828 metros de altura. L√° de cima percebi a grandeza das coisas simples de nossa vida, e simplesmente desejei que o mundo ali embaixo estivesse repleto de amor.

 

 

2015,

um ano de rever muitos dos meus conceitos. A for√ßada ren√ļncia ao √°lcool. Um ano em que ganhei uma resili√™ncia indescrit√≠vel. Ap√≥s um in√≠cio de ano conturbado emocionalmente, conquistei um psicol√≥gico mais forte do que nunca.

Oficializar o segundo idioma, conquistando a certificação internacional de inglês. E me aprofundar na busca pelo terceiro idioma fluente (o diploma HSK3 em mandarim é meta para 2016). A constante batalha entre manter mente e corpo sadios em meio a tantos desejos, anseios e responsabilidades.

 

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No √ļltimo semestre, me dediquei a devolver uma parte do aprendizado que tive at√© aqui. Foi ent√£o que me inscrevi para o programa de volunt√°rios da ONU, aonde fui selecionada para contribuir para a tradu√ß√£o de documentos tem√°ticos da UN Habitat III. Contribui para os papers sobre Habita√ß√£o e Transporte e Mobilidade. Foram algumas noites em claro, e todo tempo vago (principalmente aquelas horas perdidas em viagens) foram dedicadas ao projeto. Aos 45 minutos do segundo tempo (dia 28/12/2015) recebo o feedback da institui√ß√£o com agradecimentos por contribuir para “o refor√ßo da capacidade das comunidades na identifica√ß√£o das prioridades de desenvolvimento local e as formas de enfrent√°-los“. Pensa na minha cara de feliz!

2015 contou com uma tentativa frustrada de escrever um livro. Depois de conhecer tantas pessoas admir√°veis nessa estrada, (alguns novos amigos que vieram para ficar) surgiu o desejo de colocar os her√≥is que conheci na vida real (e os vil√Ķes), de volta nos livros. Mas percebi que para essa hist√≥ria ficar boa de verdade, ainda teria que conhecer alguns her√≥is inspiradores na vida real… Ent√£o a hist√≥ria entrou em ‚Äústand by‚ÄĚ.

Alguns sufocos, apenas para me mostrar como o orgulho não nos leva a nada. Abri os olhos para tanta coisa ruim que rodeia esse mundo e como as pessoas acabam ficando piores na busca de combater o mau. Às vezes acabam pior que o próprio mau em si. Coloquei em prática o que os meus mentores me ensinaram no decorrer dessa jornada, de combater o mau com o bem, e não me arrependo de nada que eu tenha feito neste ano de 2015. Entrei em 2015 munida de coisas boas, e sinto que todo bem que espalhei, (ou as críticas a que me calei) se não foram suficientes para fazer o bem ao próximo, ao menos fizeram um bem danado para a minha alma.

Para completar, em meio a turbul√™ncia desse ano, conheci algu√©m muito especial. Descobri meu cora√ß√£o de uma maneira que eu jamais poderia imaginar… Longe dos clich√™s, me apaixonei por uma pessoa que vive uma vida mais acelerada que a minha… O que me intrigou, e ao mesmo tempo me desarmou. Uma li√ß√£o. De repente, era tudo ou nada. Era um amor que tem que ser entregue 100%, todos os dias. De repente, entrei em alerta para a efemeridade das nossas vidas, e que n√£o posso correr o risco de passar um dia n√£o tendo agido 100% com amor √†queles que est√£o ao meu lado. De repente n√£o haviam d√ļvidas. N√£o haviam medos… Algumas prioridades se tornaram t√£o banais. Percebi uma coisa muito maior que eu mesma. E antes que eu pudesse ponderar sobre se era amor, percebi que meu cora√ß√£o j√° estava se entregando…

Um 2015 que me desarmou e me preparou com armas ainda mais fortes para 2016. E que sejam renovados os votos de que o amor, a paz, a compreens√£o e principalmente a felicidade estejam presentes na vida de todos neste ano que est√° por vir. Pois quem aprende a cultivar a felicidade dentro de si, encontra facilmente os caminhos para as outras virtudes.

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